Gary Payton
Gary Payton
Brian Babineau/NBAE/Getty Images

Como você tem se lidado com o frio de Boston?
Com muita roupa, e continuo dizendo a minha esposa que me envie mais roupas de inverno.

Depois de tudo que aconteceu em Los Angeles e a ‘telenovela’ entre o Shaq e o Kobe, o que significa para você jogar basquete com os Celtics agora?
Não haveria assinado lá se soubesse no que estava me envolvendo. Só queria jogar com o Shaq e o Karl Malone. Não sabia todo o drama que se vivia, na verdade o bom foi haver saído e agora jogar aqui.

Você tem saído pela cidade?
Sim e me perdi um par de vezes. Tenho tentado sair mais, conhecer restaurantes pois tem muitos restaurantes chineses e italianos. Sou alérgico a comida de mar e gosto da comida do sul, felizmente encontrei um par de lugares muito bons.

Os seus críticos erraram ao dizer que não ficaria aquí?
As pessoas me mal interpreta todo o tempo. Dizem que sou uma má pessoa no vestiário, que não me entendo com a gente mas isso nunca tem sido assim. Sempre quis ser um ganhador e também não tenho me dado muito bem com alguns gerentes, mas isso não tem que ver com os jogadores. Sei que tem muitos jogadores que me acham gente boa, sou extrovertido, amigável. Especialmente pelas coisas que tenho feito na liga, eles me têm visto desde que estavam em seus primeiros anos de escola.

Com o sucesso dos Red Sox e os Patriots, os Celtics não tem tido muita atenção, isso é difícil?
Não acho que nos devemos preocupar com isto. Se ganha partidas de basquete e continuando ganhando isto vai mudar. Isso foi o que fizeram os Red Sox e os Patriots. Continuar com a fórmula ganhadora.

Você acha que a NBA tem mudado?
Tem muitas regras agora. Não se pode tocar em ninguém e é um jogo aberto. Eles querem muitos pontos e jogadas espetaculares. Entendo que querem toda essa emoção, mas continuo com os velhos dias quando o Larry Bird ou os Magic podiam jogar livremente. Agora cada vez que você toca em alguém é falta.